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Home»Entretenimento»Como Lady Gaga usou pop ‘dark’ e volta às raízes para afastar zica após fiasco do ‘Coringa’
Entretenimento

Como Lady Gaga usou pop ‘dark’ e volta às raízes para afastar zica após fiasco do ‘Coringa’

outubro 25, 2024Nenhum comentário0 Visitas

Cantora lançou ‘Disease’, 1ª prévia de álbum previsto para fevereiro. Música resgata aura de Mother Monster e bons tempos do famoso vestido de carne; veja análise do g1. g1 analisa ‘Disease’, nova música de Lady Gaga
Lady Gaga andava numa fase complicada: este ano, seu bom desempenho em “Coringa: Delírio a Dois” não foi o suficiente para salvar o filme de um fiasco. Lançada no início de outubro, a continuação foi mal recebida pela crítica e teve desempenho morno nas bilheterias, com uma arrecadação que ainda não conseguiu pagar o orçamento de US$ 200 milhões — três vezes maior que o do longa original.
Não foi muito diferente com “Harlequin”, álbum que Gaga lançou como complemento do filme, com regravações de jazz e duas músicas originais compostas para “Delírio a Dois”. Pouca gente se empolgou a ponto de ouvir.
Mas a zica parece começar a ir embora com “Disease”. O single lançado nesta sexta-feira (25) resgata a aura de Mother Monster, como Gaga era chamada nos bons tempos de seu famoso vestido de carne.
Lady Gaga em imagem promocional do single ‘Disease’
Divulgação
A música é a primeira prévia do novo álbum solo da cantora, previsto para fevereiro de 2025. Pelo que já foi mostrado (e falado), o trabalho marcará o retorno de Gaga ao pop de suas origens, depois de anos de incursões pelo jazz, country e baladas românticas.
Em entrevistas, ela tem dito que seu marido, o empresário Michael Polansky, foi quem a convenceu a olhar com mais carinho para o passado. Em uma entrevista à revista “Vogue”, Gaga contou:

“Ele disse: ‘Querida, eu te amo. Você precisa fazer música pop’.”
“Disease” é um típico dark pop, vertente com letras e batidas mais sombrias, que foi responsável pela ascensão de Gaga na virada dos anos 2000 para 2010, com seus dois primeiros álbuns: “The Fame” (2008) e “Born this Way” (2011). A música tem muita influência dessa época, mas não fica presa ao passado.
Com atmosfera industrial, o single tem arranjo eletrônico pesado, carregado de elementos: gritaria, barulho de correntes e guitarras distorcidas, que chegam a ser estridentes.
A produção musical mais “suja”, menos minimalista e mais experimental, está em alta no pop atual, presente em trabalhos como “The Rise and Fall of a Midwest Princess”, álbum da cantora americana Chappell Roan, e “Brat”, da britânica Charli XCX, ambos adorados pela crítica.
Liricamente, “Disease” tem clichês que Gaga já explorou muito em suas músicas. A letra discorre sobre um romance atormentado e a possibilidade de curar alguém através do amor. Na mensagem, parece uma continuação de “The Cure”, faixa lançada por ela em 2017.
Versátil
As faces de Gaga em 2024: na capa de ‘Die with a Smile’, música com Bruno Mars, e em imagens promocionais do álbum ‘Harlequín’ e do single ‘Disease’
Divulgação
Acima de tudo, Lady Gaga é uma artista produtiva — e versátil. Só neste ano, além de “Disease”, do trabalho em “Delírio a Dois” e do “Harlequin”, ela também apareceu ao lado de Bruno Mars em “Die with a Smile”, um dueto inspirado em clássicos americanos dos anos 1970, que chegou a ser a música mais ouvida do mundo no Spotify. Isso, sem falar em outros projetos ao longo da carreira:
Os dois álbuns de jazz em parceria com Tony Bennett (de 2014 e 2021);
Seu “Joanne” (2016) e o disco com a trilha sonora do filme “Nasce uma Estrela” (2018), que exploram o country e o folk;
A experimentação teatral com batidas mais luminosas do disco “Chromatica” (2020);
Uma investida até no arrocha brasileiro no remix de “Fun Tonight”, com Pabllo Vittar, incluído no álbum “Dawn of Chromatica” (2021).
Mas é no tipo de som mais obscuro e macabro de “Disease” que ela trabalha com mais desenvoltura e originalidade. Era exatamente isso que os fãs esperavam desse retorno.

Fonte: G1 Entretenimento

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