Close Menu
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Paraíso FM terça-feira, 26 maio
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Tocantins tem desembargador e juízes afastados por suspeitas que vão de assédio a venda de decisões

    novembro 25, 2025

    Capim Dourado Shopping traz a magia do Jardim Encantado do Noel para o Natal

    novembro 25, 2025

    VÍDEOS: Bom dia Tocantins de terça-feira, 25 de novembro de 2025

    novembro 25, 2025

    Polícia ambiental aplica R$ 2,3 milhões em multas após flagrar garimpo ilegal e áreas degradadas no Tocantins

    novembro 25, 2025

    Filho de Ozzy Osbourne se defende após ser detonado por citar criação de avatar do pai feito por IA

    maio 25, 2026

    Anitta apresenta o show da ‘Equilibrium tour’ em agosto por cinco cidades

    maio 25, 2026

    C6 Fest 2026: o que deu certo e o que pode melhorar no festival mais ‘fino’ do Brasil

    maio 25, 2026

    Nave da nova turnê poderá passar sobre a cabeça do público durante shows, diz artista

    maio 25, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    VÍDEO: gesto da filha do sertanejo Henrique com a mãe viraliza e provoca reação na web; assista

    maio 25, 2026

    Suspeito de matar jovem em ‘piscina’ que se apresentou à polícia é investigado por outros homicídios

    maio 25, 2026

    Filho de Ozzy Osbourne se defende após ser detonado por citar criação de avatar do pai feito por IA

    maio 25, 2026

    Anitta apresenta o show da ‘Equilibrium tour’ em agosto por cinco cidades

    maio 25, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Paraíso FM
Home»Entretenimento»Beyoncé, Gaga, U2… Como Es Devlin cria cenários monumentais para os maiores artistas do mundo
Entretenimento

Beyoncé, Gaga, U2… Como Es Devlin cria cenários monumentais para os maiores artistas do mundo

abril 1, 2026Nenhum comentário4 Visitas


Es Devlin: como é criar ‘esculturas’ para shows de Beyoncé, U2 e Lady Gaga
A artista britânica Es Devlin tem um trabalho difícil de descrever. Ela cria esculturas gigantescas, estruturas luminosas e tecnológicas para todo tipo de ambiente — da sala de museu aos grandes estádios.
É um trabalho de criação, imaginação e execução impressionantes. Foi Devlin quem pensou os telões cúbicos de Beyoncé na “Formation Tour” e o palco monumental da “Renaissance Tour”; e o palco tecnológico do U2 na turnê “Innocence + Experience”. Também é dela a produção do cenário de Gaga em Copacabana, hoje um dos maiores shows da história da música.
“Alguém teve um momento de vida que transformou em música, as pessoas ressoaram com aquilo e compraram um ingresso para ouvir ao vivo. Eu só tento manter essa intimidade na escala monumental. Não penso em como ficará na câmera, mas em como você se sentirá”.
Estruturas de turnês do U2, Beyoncé e The Weeknd pensadas por Es Devlin
Reprodução/Site da artista
Os shows são só uma parte: Devlin já desenvolveu projetos para desfiles de grandes marcas, peças de teatro e até eventos como as Olimpíadas. Mas agora, a britânica tem focado mais em seu trabalho autoral.
É o caso da exposição “Sou o Outro do Outro”, aberta desde o dia 15 de março na Casa Bradesco, em São Paulo. A mostra reúne obras imersivas, que brincam com espelhos, sons e imagens, convidando o público a participar — seja levando “um pedaço” da exposição consigo, ou desenhando no longo papel em branco.
É um trabalho que envolve um pouco de tudo: não só ideias inovadoras, mas algum conhecimento de engenharia, arquitetura e tecnologia. E grana, claro, para executar tudo isso.
“Trabalhamos no limite do possível. Existe o impossível, que não podemos fazer porque estamos criando coisas físicas. E existe o possível, que não queremos fazer porque já foi feito. Então, trabalhamos no limite do que é fisicamente possível”, diz.
Ao g1, Devlin explica como foi “parar” em uma atividade tão peculiar e como esse tipo de trabalho é feito. Leia abaixo:
g1 – Como você descreve o seu trabalho, nas suas palavras?
Es Devlin: Sou uma artista de Londres. Nos últimos 10 anos, minha prática artística tem se concentrado principalmente em instalações na Tate Modern, no Imperial War Museum e no Victoria and Albert Museum. Paralelamente, também trabalho com teatro, música, concertos, cerimônias olímpicas (incluindo Rio 2016 e Londres 2012), shows do intervalo do Super Bowl e desfiles de moda. Ou seja, minha prática é bastante abrangente.
g1 – Como alguém acaba fazendo o que você faz?
Es Devlin: Acho que sendo presente. Quando eu era criança, tocava muita música, desenhava muito e meus professores meio que desistiram de mim. Eles diziam: “Você nunca vai ser nada”, porque eu não queria me especializar.
Existe uma frase em inglês, “jack of all trades” (“pau para toda obra”). E você pode ser chamado de “mestre de nada”. Eu pensei que era exatamente isso que eu queria ser: estar entre tudo. Me vejo quase como uma dobradiça, um espaço intermediário, um corredor. É um lugar muito rico para se viver, no corredor.
g1 – Na prática, seu trabalho envolve não apenas pensar e criar, mas também um pouco de engenharia, arquitetura e tecnologia, certo?
Es Devlin: Isso mesmo. Trabalhamos exatamente no limite do que é possível. Existe o impossível, que não podemos fazer porque criamos coisas físicas. E existe o possível, que não queremos fazer porque já foi feito. Então, trabalhamos no limite do que é fisicamente possível.
g1 – Você costuma trabalhar com grandes artistas e bandas em palcos imensos, que todo o público está assistindo. Esta exposição é quase o oposto; o público está interagindo de perto, individualmente. Qual a diferença entre criar um e outro?
Es Devlin: Acho que o documentário mais útil sobre o que acontece em um show pop gigante é “Spirits in the Forest”, do Anton Corbijn, sobre o Depeche Mode. Ele acompanha cinco fãs fervorosos e ajuda a entender as obsessões deles: um quase morreu e a primeira lembrança ao acordar do coma foi uma música da banda; outro só vê os filhos porque toca em uma banda cover deles.
Ao assistir ao show pelos olhos deles, você entende que a música não pertence mais à banda, pertence a eles. Se multiplicar isso por 75.000 pessoas, o que acontece é uma experiência coletiva coautoriada por cada uma delas. Vejo toda performance e toda obra de arte como algo de autoria do público.
Uma pintura não existe a menos que o público a veja. Vejo uma grande continuidade entre este trabalho aqui e uma peça de estádio.
g1 – Como funciona o processo? Uma organização, como a das Olimpíadas, ou um artista vem até você com o quê?
Es Devlin: Cada vez há um convite para encontrar um terreno comum, buscar linhas de investigação que se sobrepõem. Ao ser convidada para a Casa Bradesco, no Matarazzo, sou convidada para um novo país, cultura e comunidade.
Para me envolver adequadamente, preciso pesquisar e aprender a linguagem deste edifício, desta cidade e deste país. Busco coisas em comum com a minha experiência, como um diagrama de Venn.
Procuro o lugar onde a minha pequena vida se sobrepõe à vida do Brasil, de São Paulo, do Matarazzo. Ali está o show. O mesmo acontece se for com “Hamlet” ou com a Beyoncé: há uma linha de investigação sobreposta em algum lugar.
O processo consiste em continuar desenhando círculos. Às vezes erramos, mas se continuar procurando, você sempre encontrará esse ponto de conexão porque somos todos feitos da mesma matéria.
g1 – Quanto tempo isso leva? Pode dar um exemplo, se ajudar.
Es Devlin: É muito variado. “Tristan & Isolde”, na Met Opera, em Nova York, comecei a trabalhar há quatro anos. Esta exposição, começamos há 18 meses. Já a turnê da Lady Gaga para o Coachella, recebi a ligação em fevereiro e abriu em abril.
g1 – Foi o que veio aqui para o Brasil também, né? Para o show em Copacabana? Teve alguma adaptação?
Es Devlin: Isso. Não teve nenhuma mudança, foi exatamente a mesma estrutura que veio para o show do Rio… que foi só duas semanas depois.
g1 – Sobre o público usar celulares em shows, isso mudou a forma como você cria? Você já disse que, como os shows podem ser filmados de todos os ângulos, é preciso pensar nisso.
Es Devlin: Lembro-me da primeira vez, em 2007, após a invenção do iPhone. Olhei para a arena e vi centenas daquelas coisinhas. Quando eu era criança, eram isqueiros; você usava fogo, algo elementar. Com o celular, parece que o aparelho é o público e o braço é apenas um periférico.
Penso muito sobre “centauros”: inteligência humana com tecnologia para ajudar nossa agência (como dirigir um carro) versus “centauros reversos”, onde a máquina está no comando e o humano é apenas um periférico de carne, como um entregador da Amazon.
Temos que escolher o que queremos ser. Por que queremos gravar? Não é para nós, nunca assistiremos a tudo de volta. É para o futuro? É por vício no capitalismo ou algo mais profundo, como deixar rastros de memórias para seres futuros diante de uma possível extinção? Eu não sei a resposta, mas penso muito nisso.
g1 – Então você não leva isso em consideração ao trabalhar em um palco?
Es Devlin: Na verdade, não. Penso, como sempre fiz, em como comunicar intimidade em grande escala. Como pegar a verdade do que se tenta comunicar. Nesta exposição, escrevi uma história sobre algo que vivi: um livro que li, uma vez que quase me afoguei, ou um dançarino que conheci. São verdades pessoais que quero comunicar.
Em um show pop é a mesma coisa: alguém teve um momento de vida que transformou em música, as pessoas ressoaram com aquilo e compraram um ingresso para ouvir ao vivo. Eu só tento manter essa intimidade na escala monumental. Não penso em como ficará na câmera, mas em como você se sentirá.

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Filho de Ozzy Osbourne se defende após ser detonado por citar criação de avatar do pai feito por IA

maio 25, 20260 Visitas

Anitta apresenta o show da ‘Equilibrium tour’ em agosto por cinco cidades

maio 25, 20260 Visitas

C6 Fest 2026: o que deu certo e o que pode melhorar no festival mais ‘fino’ do Brasil

maio 25, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

‘Achava normal’: Fezes em formato de ‘fita’ é um dos alertas para câncer colorretal; relembre fala de Preta Gil

julho 22, 2025658 Visitas

Veja outros looks polêmicos de Bianca Censori, esposa de Kanye West que apareceu nua no Grammy 2025

fevereiro 4, 2025503 Visitas

Lucas Lucco mostra o pênis em vídeo tomando banho, apaga post e diz ‘foi mal’

dezembro 18, 2024292 Visitas

Estupro em ponto turístico de Palmas ocorreu em frente à viatura e base de segurança; polícia investiga

fevereiro 18, 2026159 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.