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Entretenimento

Alceu Valença desafia a embolada do tempo no desabrochar elétrico do show ’80 girassóis’ na estreia de turnê no Rio

março 16, 2026Nenhum comentário0 Visitas


Alceu Valença revê a obra no espelho cristalino dos 80 anos em show segue pelo Brasil após a estreia no Rio de Janeiro (RJ)
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: 80 girassóis
Artista: Alceu Valença
Data e local: 14 de março de 2026 na Farmasi Arena (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Ao seguir o roteiro do show “80 girassóis” no palco da Farmasi Arena, Alceu Valença propôs viagem ao público que compareceu à estreia nacional da turnê na noite de sábado, 14 de março, no Rio de Janeiro (RJ), cidade que abriga o cantador pernambucano desde 1971.
Houve até ida à lua com “Táxi lunar” (Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, 1979), momento em que as luzes dos celulares – iluminados a pedido do artista – criaram a sensação de que a arquibancada da arena (mais cheia do que a pista…) era céu estrelado.
A viagem foi ótima. A caminho de se tornar mais um ícone octogenário da música brasileira, em 1º de julho, Alceu Paiva Valença mostrou, ao longo de duas horas de show, que desafia a embolada do tempo no desabrochar elétrico do show “80 girassóis”.
A voz estava lá, pulsando na vibração quente do singular timbre agudo do cantor. A já notória energia jovial do elétrico artista contribuiu para envolver o público, embora não tenha havido, na estreia da turnê, a catarse habitual dos shows de Alceu Valença.
Algumas falas do artista embolaram o fluxo do show, sobretudo nos comentários feitos antes e depois do canto de “Táxi lunar”, mas sem comprometer o resultado final.
Alceu Valença canta à frente de imagens projetadas no cenário criado por Zé Carratu para o show ’80 girassóis’
Rodrigo Goffredo
No balanço das duas horas, a viagem transcorreu sem erros, tendo como ponto de artista a cidade natal do artista, São Bento do Una (PE), cuja trilha sonora moldou o som de Alceu no ritmo de gêneros nordestinos como caboclinhos, maracatus, baiões, xotes, martelos agalopados e aboios – matrizes da obra do cantor, compositor e músico pernambucano que, em alguns discos e shows, adicionou o peso do rock a esses ritmos.
Essa base sólida guiou e sustentou Alceu na viagem de “80 girassóis” entre sucessos, eventuais lados B e algumas trocas de figurinos criados pela estilista Isabela Capeto.
À frente do palco emoldurado por girassol gigante, sobressalente no cenário de Zé Carratu que abrigou projeções de beleza funcional, o cantor abriu o roteiro majoritariamente autoral com “Agalopado” (1977).
No espelho cristalino em que reviu a obra, Alceu Valença refletiu a influência seminal da música de Luiz Gonzaga (1912 – 1989) – rei vitalício da nação musical nordestina – ao dar voz ao forrozeiro “Pagode russo” (Luiz Gonzaga e João Silva, 1947), composição sempre infalível na animação de plateia, e ao dar ares de fado ao melancólico xote “Sabiá” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951).
“Sabiá” voou para terras lusitanas no toque da guitarra de Zi Ferreira, músico que, números depois, fez solo penetrante em “Solidão” (1994). Gênero recorrente no roteiro, o xote soou lânguido em “Como dois animais” (1982) e brejeiro em “Flor de tangerina” (2002), música entoada pelo cantador com os olhos marejados.
Depois, à vontade no mar de Pernambuco, Alceu se banhou nas águas da Ilha de Itamaracá ao puxar “Ciranda da rosa vermelha” (Alceu Valença com refrão de domínio público, 1997) e, na sequência, improvisar o canto dos versos “Onda que vai, que vai / Onda que vem, que vem / Eu viajei no olhar dessa morena”, evocando o medley com as cirandas “Luar de prata” e “Ciranda da aliança”, gravadas pelo artista em álbuns de 2006 e 2014.
Sem perder o pique, Alceu remontou “Cavalo de pau” (1982), religou “Estação da luz” (1985), fez “Girassol” (1987) desabrochar como a flor do desejo e fez o público se sentir como no Carnaval de Olinda (PE).
A abertura do Carnaval foi com o número em que o guitarrista tentou emular o solo do guitarrista Paulo Rafael (1955 – 2021) em “Elefante de Olinda” (Clídio Negro e Clóvis Vieira, 1952), arranjador do hino do bloco na gravação feita por Alceu em álbum ao vivo de 2003. A exposição de foto de Paulo Rafael no telão explicitou que se tratava de homenagem a esse guitarrista tão importante na trajetória de Alceu Valença.
Na sequência, o cantador puxou “Olinda” (1985), declaração de amor à cidade em que a simples presença do artista é atração turística, para logo em seguida fazer o Carnaval com “Bicho maluco beleza” (1992), música tornada um dos frevos mais celebrados da folia do cantador.
Alceu Valença usa no show ’80 girassóis’ vários figurinos criados pela estilista Isabela Capeto
Rodrigo Goffredo
Após apresentar os músicos (entre eles, o sanfoneiro André Julião e Lui Coimbra, cujo violoncelo soou com a aspereza de rabeca) no ritmo elétrico de banda de pífanos, o cantador seguiu na “Embolada do tempo” (2005), espanou a poeira de “Espelho cristalino” (1977) e seguiu o passo do coco de embolada que agita “Coração bobo” (1980).
A costura do roteiro do show “80 girassóis” resultou bem feita. As músicas foram encadeadas por afinidades. A andança nostálgica do xote “Cabelo no pente” (1981) precedeu a caminhada de “Pelas ruas que andei” (1982) e a travessia sensual que corta “Tesoura do desejo” (1992).
O aboio inebriante que introduz “La belle de jour” (1992) – música que se agigantou na obra de Alceu com o passar do tempo – preparou o previsível gran finale com “Anunciação” (1983) e, já no bis, “Tropicana” (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982).
Enfim, o show “80 girassóis” floresceu na estreia da turnê sem reinventar a roda de Alceu Valença, mas com expectativas cumpridas. O cantador fez bonito giro por obra que, assim como o artista, desafia a embolada implacável do tempo com força perene.
Alceu Valença segue roteiro que encadeia mais de 20 músicas no show ’80 girassóis’
Reginaldo Teixeira / Divulgação
♬ Eis o roteiro seguido em 14 de março de 2026 por Alceu Valença na estreia nacional da turnê “80 girassóis” na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro (RJ):
1. “Agalopado” (Alceu Valença, 1977)
2. “Pagode russo” (Luiz Gonzaga e João Silva, 1947)
3. “Como dois animais” (Alceu Valença, 1982)
4. “Cavalo de pau” (Alceu Valença, 1982)
5. “Estação da luz” (Alceu Valença, 1985)
6. “Girassol” (Alceu Valença, 1987)
7. “Flor de tangerina” (Alceu Valença, 2002)
8. “Sabiá” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951)
9. “ Ciranda da rosa vermelha” (Alceu Valença com refrão de domínio público, 1997)
10. “Luar de prata” / “Ciranda da aliança” (Alceu Valença, 2003)
11. “Elefante de Olinda” (Clídio Negro e Clóvis Vieira, 1952) – tema instrumental em tributo ao guitarrista Paulo Rafael (1955 – 2021)
12. “Olinda” (Alceu Valença, 1985)
13. “Bicho maluco beleza” (Alceu Valença, 1992)
♬ Apresentação da banda ao som de pífanos
14. “Embolada do tempo” (Alceu Valença, 2005)
15. “Espelho cristalino” (Alceu Valença, 1977)
16. “Coração bobo” (Alceu Valença, 1980)
17. “Cabelo no pente” (Alceu Valença, 1981)
18. “Pelas ruas que andei” (Alceu Valença, 1982)
19. “Tesoura do desejo” (Alceu Valença, 1992)
20. “Solidão” (Alceu Valença, 1994)
21. “Táxi lunar” (Alceu Valença, Geraldo Azevedo e Zé Ramalho, 1979)
22. “La belle de jour” (Alceu Valença, 1992)
23. “Anunciação” (Alceu Valença, 1983)
Bis:
24. “Tropicana” (Alceu Valença e Vicente Barreto, 1982)

Fonte: G1 Entretenimento

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