O ex-advogado pessoal de Donald Trump, Michael Cohen, deverá se entregar nesta segunda (6) à Justiça Federal dos EUA para cumprir uma sentença de três anos.

Antes de se apresentar, ele atacou seu ex-chefe ao sair de seu apartamento na ilha de Manhattan, em Nova York.

Cohen, que em um momento de sua vida jurou até “tomar um tiro” por Trump, hoje chama o presidente dos EUA de trambiqueiro.

Ele deve estar às 14h dos EUA (15h do Brasil) em um centro de detenção no estado de Nova York, a cerca de 110 quilômetros da cidade de mesmo nome, onde ele vai cumprir sentença por ter organizado pagamento pelo silêncio de duas mulheres que afirmaram terem tido encontros sexuais com Trump e mentido ao Congresso dos EUA.

A expectativa é que ele seja encaminhado à ala de segurança mínima.

Cohen disse a jornalistas que ele quando acabar a sua pena, ele vai se reunir com a família e amigos e que o país cujo comando não terá xenofobia, injustiça e mentiras.

“Ainda há muito a ser revelado. E eu olho com esperança para o dia em que poderei compartilhar a verdade”, disse ele, antes de entrar em um veículo preto e partir.

A prisão de Cohen é uma derrota para o homem de 52 anos, cuja carreira foi vinculada à de Trump, que se transformou de um incorporador de imóveis para personalidade televisiva para político.

Por mais de uma década, Cohen era o advogado pessoal de Trump e, na sua própria definição, o seu assessor (“fixer”).

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